Ensino de Sociologia

Licenciatura em Ciências Sociais e Sociologia no Ensino Médio
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Recursos sobre debate “Escola Sem Partido”

outubro 24, 2016 By: polart Category: controversia, Profissão Docente

No final de setembro, o IEA/USP promoveu um seminário sobre o “Escola Sem Partido”, reunindo acadêmicos, gestores das redes públicas e professores da Rede. Foram abordados temas como o ensino sobre os povos indígenas, história e cultura africana e afro-brasileira, debates sobre gênero na escola, entre outros temas. Acredito que as experiências escolares demonstradas ali são a maior prova do equívoco do “Escola sem Partido” e do que está realmente em jogo. 
Abaixo, está um pequeno resumo do seminário. Na sequência há o vídeo completo de todas as mesas. Penso que este material em vídeo pode ser muito útil para o debate nas escolas, especialmente para quem ainda tem pouca informação sobre o tema.



Encontro de Saberes: Experiências de Pesquisa-Social, Educação e Intervenções Político-Estéticas no Espaço Público

novembro 24, 2012 By: polart Category: PIBID

 

Nesta quinta-feira, às 14:00hs, faremos mais um “Encontro de Saberes” promovido pela equipe do PIBID – Ciências Sociais.  Nesta edição teremos a presença da educadora, artista e pesquisadora Joana Zatz Mussi que irá apresentar alguns projetos realizados pelos coletivos de arte-política em que atuou. A partir dessas experiências iremos problematizar as relações entre educação, metodologias de pesquisa-social e criação artística.

Será também uma oportunidade para discutirmos algumas idéias e possíveis projetos a serem desenvolvidos no primeiro semestre de 2013 pelo Pimentalab. Estamos gestando um novo projeto de extensão e desde já convocamos os interessados a participaram dessas discussões. Agradeço o apoio na divulgação.

Cordialmente,
Henrique Parra

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22/11 – Quinta-feira, às 14hs na Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.

Encontro de Saberes: “Experiências de Pesquisa-Social, Educação e Intervenções Político-Estéticas no Espaço Público”.

Com Joana Zatz Mussi: Formada em Ciências Sociais e Jornalismo, há dez anos trabalha investigando, de diferentes formas, a relação entre arte e espaço público. Fundou e integra os coletivos de arte Contrafilé e Política do Impossível. Nestes, a sua maior busca é por compreender as possíveis relações que podem ser estabelecidas entre arte, política e educação e como estas relações ampliam o direito à produção criativa da cidade. Em 2012 defendeu a dissertação de mestrado “Espaço como Obra – Ações, Coletivos Artísticos e Cidade” na FAU-USP.

Resposta da CAI/ABA à matéria publicada pela Revista Veja

maio 13, 2010 By: polart Category: controversia, notícia

Nota da Comissão de Assuntos Indígenas-CAI/ABA

A reportagem divulgada pelo último número da revista Veja, provocativamente intitulada “Farra da Antropologia oportunista”, acarretou uma ampla e profunda indignação entre os antropólogos, especialmente aqueles que pesquisam e trabalham com temas relacionados aos povos indígenas. Dados quantitativos inteiramente equivocados e fantasiosos (como o de que menos de 10% das terras estariam livres para usos econômicos, pois 90% estariam em mãos de indígenas, quilombolas e unidades ambientais!!!) conjugam-se à sistemática deformação da atuação dos antropólogos em processos administrativos e jurídicos relativos a definição de terras indígenas.

Afirmações como a de que laudos e perícias seriam encomendados pela FUNAI a antropólogos das ONGs e pagos em função do número de indígenas e terras “identificadas” (!) são obviamente falsas e irresponsáveis. As perícias são contratações realizadas pelos juízes visando subsidiar técnica e cientificamente os casos em exame, como quaisquer outras perícias usuais em procedimentos legais. Para isto o juiz seleciona currículos e se apóia na experiência da PGR e em consultas a ABA para a indicação de profissionais habilitados. Quando a FUNAI seleciona antropólogos para trabalhos antropológicos o faz seguindo os procedimentos e cautelas da administração pública. Os profissionais que realizam tais tarefas foram todos formados e treinados nas universidades e programas de pós-graduação existentes no país, como parte integrante do sistema brasileiro de ciência e tecnologia. A imagem que a reportagem tenta criar da política indigenista como uma verdadeira terra de ninguém, ao sabor do arbítrio e das negociatas, é um absurdo completo e tem apenas por finalidade deslegitimar o direito de coletividades anteriormente subalternizadas e marginalizadas.

(mais…)

Grafite reverso – arte, cidade e conhecimento

abril 14, 2010 By: polart Category: imagem

orion

O Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo está exibindo o trabalho “Ossário” do artista Alexandre Órion, uma interessante intervenção urbana em um túnel da cidade de São Paulo, dando a ver o invisível que degrada o ar e as vidas na cidade a cada dia. Além das belas fotos e de um video, há um texto esrito pelo sociólogo José de Souza Martins sobre todo o processo: a obra, as investidas do poder público para barrar a iniciativa, a dimensão política da criação no espaço público privatizado pelos carros, etc.

No site do artista é possível conhecer um pouco deste trabalho (fotos, textos e o video) – www.alexandreorion.com/ossario/