Ensino de Sociologia

Licenciatura em Ciências Sociais e Sociologia no Ensino Médio
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Escolas e colegas são hostis a alunos e alunas homossexuais, aponta pesquisa

outubro 05, 2010 By: polart Category: notícia

Escolas e colegas são hostis a alunos e alunas homossexuais, aponta pesquisa
Isabela Vieira
Da Agência Brasil
No Rio de Janeiro

As escolas brasileiras são hostis aos homossexuais e o tema da sexualidade continua sendo pouco discutido nas salas de aula. Essas são as principais constatações da pesquisa Homofobia nas Escolas, realizada em 11 capitais brasileiras pela organização não governamental Reprolatina, com apoio do Ministério da Educação.

“A homofobia é negada pelo discurso de que não existem estudantes LGBT [lésbicas, gays, bissexuais e travestis] na escola. Mas quando a gente ia conversar com os estudantes, a percepção, em relação aos colegas LGBT, era outra”, contou uma das pesquisadoras, Magda Chinaglia.

Parte dos dados, com destaque sobre a situação na cidade do Rio, foi divulgada hoje (4), na própria capital. Os dados completos, com informações sobre a visita a 44 escolas de todas as regiões do país e trechos de 236 entrevistas feitas com professores, coordenadores de ensino, alunos do 6º ao 9º ano, além de funcionários da rede, devem ser divulgados até o final do ano.

(mais…)

Estudantes Bolivianos pagam para não apanhar em escola estadual

setembro 28, 2010 By: polart Category: notícia

Pessoal, opetei por colocar aqui o texto inteiro pois o link somente daria acesso a quem é assinante
Bolivianos pagam para não apanhar em escola estadual

Alunos estrangeiros de colégio no Brás têm que dar dinheiro e lanche a colegas brasileiros que os ameaçam

Direção afirma que casos de violência são combatidos; Secretaria da Educação diz que vai investigar situação

RAPHAEL MARCHIORI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Alunos imigrantes da escola estadual Padre Anchieta, no Brás (região central de São Paulo), pagam “pedágio” aos brasileiros para não apanhar fora da unidade.
A compra da “segurança” foi revelada à Folha por alunos e docentes. A própria direção da unidade confirma.
Para se sentirem seguros, os estrangeiros, principalmente bolivianos, pagam lanches na cantina ou dão aos brasileiros o que têm nos bolsos, mesmo que seja R$ 1.
“Caso contrário, apanham do lado de fora da escola”, diz Mário Roberto Queiroz, 49, professor de história e mediador -função criada pela Secretaria da Educação para trabalhar junto à comunidade escolar questões como atos de vandalismo, discriminação e violência.
Um aluno e um ex-aluno da escola, ambos de 16 anos, afirmam que os casos ocorrem pelo menos desde 2008. “Eles pedem R$ 1 ou R$ 2. Entreguei três vezes. Na quarta, apanhei”, conta um deles, que está há 14 anos no Brasil.
A situação preocupa os pais. O boliviano José Alanaco, costureiro, prefere levar a filha de 15 anos à escola todos os dias a deixá-la ir sozinha. “Tenho medo do que pode acontecer.”

DIVERSIDADE
Na Padre Anchieta há 2.421 alunos nos ensinos fundamental e médio. Metade é de imigrantes ou filhos de estrangeiros, diz a direção.
Além de bolivianos (a maior parte), há paraguaios, peruanos, chineses, coreanos, angolanos e nigerianos.
Segundo a diretora Maria Luiza Villamar, os bolivianos são os mais discriminados. “Chineses e coreanos têm uma condição financeira melhor, e os africanos fazem a própria segurança andando em grupos”, explica.
Maria Luiza diz que todos os casos de violência envolvendo alunos são combatidos e também tratados da mesma forma. “Não separamos as ocorrências para não discriminar os imigrantes.”
Para Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia, os casos de discriminação mostram falha no processo pedagógico da escola.
“A instituição deve discutir mais a diversidade e a tolerância, principalmente devido ao grande contingente de alunos imigrantes”, diz.

COMISSÃO
Em nota, a Secretaria de Estado da Educação informou que uma comissão de supervisores será enviada à escola para analisar os casos de discriminação.
A pasta afirmou que, se for constatada omissão da direção, haverá punições.
A Embaixada da Bolívia estima que haja aproximadamente 120 mil bolivianos no Brasil, entre regulares e clandestinos. Segundo o MEC (Ministério da Educação), em 2009 havia 38.046 imigrantes nas escolas brasileiras de educação básica.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2809201012.htm

Controvérsia: ensino religioso e educação

outubro 17, 2009 By: polart Category: controversia, notícia

Projeto recentemente aprovado (outubro/2009) no Senado ratifica acordo entre governo brasileiro e Vaticano. O acordo propõe, entre várias ações que beneficiam a Igreja Católica, condições favoráveis e dúbias, sobre o ensino religioso nas escolas públicas.

Veja entrevista crítica com a professora Roseli Fischmann, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Metodista. Perita da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para a Coalizão de Cidades contra o Racismo e a Discriminação, responsável pelo capítulo sobre pluralidade cultural dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs).

Entrevista Revista Nova Escola